OláEstou mandando fotos da minha mais nova aquisição.Comprei esta monareta já reformada, não precisei fazer nada com ela, só sentar em cima e andar.Adredito que seja ano 1972, embora não possa comprovar, se alguém souber dizer o ano dela me informe.Normalmente gosto de usar minhas bicicletas, tive uma dessas quando era garoto, spo que era dobrável.No ano passado reformei uma aro 14 (Monaretinha), para o meu filho de 5 anos, depois comprei essa para andarmos juntos. Infelizmente a dele foi furtada logo em seguida.Ainda tenho uma Berlinetinha completa, precisando apenas de pintura e uma Caloi Ceci, dos anos 80, que é da minha mãe e que provavelmente não rodou 50km.Mateus Schenk FreitasTriunfo/RS

Bem que essa idéia poderia pegar aqui no Brasil também. Alguém se manifesta para organizar algo parecido por aqui?
Essa é a Marilyn, a Caloi 10 1975 do nosso amigo William, do Rio de Janeiro (RJ).
Antes:
Depois:
Me chamo William Wagner tenho 59 anos moro no Rio de Janeiro.
Minha Caloi é de 1975 mas só a possuo a dois anos, sou o terceiro dono e como podem ver a reformei direitinho.
Me arrependi um pouco de ter trocado os aros que também eram originais, mas no todo valeu.
Comecei a caminhar a mando médico e logo depois passei para o ciclismo adquirindo a criancinha abaixo que a chamo carinhosamente de Marilyn e que vem a ser uma paixão antiga, a Caloi 10 é claro. O nome é homenagem a Marilyn Monroe.Abraços a todos e até a próxima quando apresentarei a Dyanna.
- Minha Caloi 10 ano 1975 antes de ser reformada.
- Ela mesma depois.
- Pedalada dos 500 Anos do Sampa Bikers
- Pedalada de Inverno 2008. Segundo encontro de Caloi 10. Sendo entrevistado pela Renata Falzoni da ESPN BRASIL
- Ao fundo minha esposa, filho e sobrinho que também participaram.
- Bicicletas antigas em exposição no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro. O início da Caloi.
Muito obrigado William, e aguardamos pela Dyanna!
Essa é minha Caloi 10 ano 1986 recém recuperada pelo Adalberto. Restaram poucas peças originais (apenas os cubos e a mesa) mas ela ainda mantém aquele ar nostálgico das antigas Caloi 10.
Comprei essa Caloi 10 em 1998 e ela estava praticamente abandonada. Na época, fiz minha primeira recuperação mas ela ainda não estava da maneira como eu desejava. Agora, após praticamente 10 anos, fiz uma segunda pintura em uma tonalidade de azul bem característica da época. O mérito do excelente trabalho é todo do Adalberto! Ainda falta o garfo original que ainda está na pintura e trocadores melhores do que os genéricos Sun Race. Os freios Shimano foram comprados no eBay e estavam lacrados na caixa desde 1983!
- Caloi 10 – Natanael (1)
- Caloi 10 – Natanael (2)
- Caloi 10 – Natanael (3)
- Caloi 10 – Natanael (4)
- Caloi 10 – Natanael (5)
- Caloi 10 – Natanael (6)
- Caloi 10 – Natanael (7)
- Caloi 10 – Natanael (8)
- Caloi 10 – Natanael (9)
Isso realmente foi um achado. Consegui no eBay um kit de freios de estrada Shimano 1983 com os manetes, conduites e braçadeiras. Novo, sem uso, embalado, lacrado e na caixa! Esse kit já está na minha Caloi 10 1986 cujos freios originais estavam não estavam funcionando direito.
Ferraduras BR-Z720 (57mm-72mm extra long reach);
Manetes BL-Z304;
Extensores BL-Z;
Mais uma raridade nas ruas de Brasília.
- Caloi 10 Sportíssima 1976 – Cley (1)
- Caloi 10 Sportíssima 1976 – Cley (1)
- Caloi 10 Sportíssima 1976 – Cley (3)
- Caloi 10 Sportíssima 1976 – Cley (4)
- Caloi 10 Sportíssima 1976 – Cley (5)
- Caloi 10 Sportíssima 1976 – Cley (6)
- Caloi 10 Sportíssima 1976 – Cley (7)
- Caloi 10 Sportíssima 1976 – Cley (8)
Uma raríssima Caloi 10 Triathlon, fabricada em 1985. Segundo informações, apenas 100 foram importadas pela Caloi.
Conheça mais sobre a Caloi 10 Triathlon aqui.
Essa é a Caloi 10 1978 do Cláudio Carlquist:
Esta Caloi 10 foi um presente do meu avô, comprada em 20/03/1978. Eu tinha 9 anos e pouca altura, o selim alcançava o meu ombro e por isso meus amigos se referiam a ela como “a bicicleta monstro” (a primeira foto dá uma idéia disso). A teimosia me fez dominar a técnica de subir em um dos pedais e saltar por cima da bicicleta, saindo pedalando em seguida – sem nunca ter caído por causa disso. Esta bicicleta foi bastante usada por vários anos em minha locomoção diária, pequenas viagens por cidades vizinhas e até mesmo em uma temporada no Campeonato Valeparaibano de Ciclismo, quando foi bastante alterada para servir à tarefa. Por sorte guardei todas as peças originais, podendo assim restaurá-la à sua condição inicial quase 30 anos depois. Como o Valter contou em seu post, o tubo interno do garfo original (que havia se quebrado em uma corrida e não mais apresentava boa aparência após ter sido soldado) serviu como referência para a preparação da tinta na mesma cor usada na época, e os componentes metálicos foram em sua maioria cromados novamente.
Os adesivos foram um problema: eu fazia questão de ter minha bicicleta exatamente como ela havia sido produzida na época. Assim, não queria de modo algum aplicar “adesivos genéricos” na mesma, e com muita paciência consegui esboçá-los baseados em fotos antigas (e em parte, minha memória). Mandei produzir apenas duas unidades em uma gráfica, e embora os mesmos fossem muito semelhantes aos originais, isto “não era a mesma coisa”. Anos mais tarde, consegui uma cartela com os adesivos originais, mas tive pena de usá-los e eventualmente danificar o que era como um “filho único de pai solteiro”. Novamente, saí em busca de alguma gráfica que reproduzisse fielmente esta cartela, usando as mesmas cores, mesmo material e mesmo processo de produção (silk screen sobre filme metálico). Consegui o meu intento, apesar de ter pago quase um olho e um rim pela quantidade mínima exigida pela gráfica. O resultado está aí, a minha velha amiga em perfeita forma física apesar da idade “algo avançada”. Apenas garfo, catraca, corrente, cabos, pneus e sapatas de freios não são originais, porém a catraca possui a mesma relação da original e até já consegui um novo garfo, porém este ainda necessita ser pintado antes de ser montado na bicicleta. Não mais a utilizo no dia-a-dia apenas por receio de tê-la acidentada ou roubada, porém ela se comporta com muita classe quando resolvo colocá-la em marcha, geralmente em companhia de minha filha que também possui uma Caloi 10 antiga para uso próprio, novamente restaurada por mim.
Hercules fabricada nos anos 40 do Cláudio Carlquist:
Esta Hercules foi dada ao meu pai pelo meu bisavô, que era proprietário da farmácia que empregava meu pai quando criança. Meu pai a usava em serviços de entrega, e como eu, também não tinha altura para conduzir sua bicicleta. Diferente de mim, ele optava por pedalar “por dentro do quadro”, e quando deixou o emprego recebeu a bicicleta como presente. A mesma foi bem usada até meados dos anos 70, quando meu pai aparentemente “desistiu de pedalar”. Infelizmente a bicicleta foi abandonada ao relento por mais de 20 anos e por pouco não foi descartada, porém meu pai se animou ao ver o trabalho que fiz em minha Caloi 10 e me perguntou se eu faria o mesmo em sua Hercules. Devido ao péssimo estado da mesma, fui desencorajado por todos a quem perguntei, mas o resultado final está aí. O serviço de cromeação e pintura com filetagem manual levou mais de um ano para ser concluído, o selim foi refeito artesanalmente e a coroa com a inscrição “Hercules” foi comprada no eBay. Novamente, uma bicicleta praticamente original e totalmente confiável, como era há mais de 60 anos. Meu pai até se animou a pedalar um pouco novamente…









































